Como funciona o vMotion?

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Você com certeza já utilizou ou ouviu falar do VMware vMotion. Mesmo não trabalhando diretamente com VMware, essa palavra já deve ter passado pelos seus ouvidos em uma sala de infraestrutura. Obs.: Nesse post vou tratar especificamente do vMotion em sua forma básica. Storage vMotion, cold migration, long-distance vMotion e etc, estão fora do escopo.

Essa feature, além de ser um dos carros-chefe da VMware, é uma obra-prima de engenharia. Sua utilização é simples, intuitiva e seu funcionamento é extremamente eficiente. Eu como sou muito curioso, resolvi estudar a fundo como essa belezinha funciona. Se você, assim como eu, se interessa em entender o funcionamento de tudo, com certeza vai curtir esse post.

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Meu nome é Pedro Calixto e sou apaixonado por tecnologia. O intuito desse blog é compartilhar um pouco do meu conhecimento/experiência, com uma linguagem fácil e acessível para todo mundo.

3 dicas para tirar máximo proveito do Storage DRS

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O Storage DRS permite gerenciar seus datastores de maneira agregada (datastore clusters), estabelecendo métricas de desempenho e armazenamento.

Quando habilitado, o Storage DRS dá recomendações de onde você deve provisionar uma VM, levando em conta a latência de I/O e o espaço utilizado do datastore. Ele consegue verificar oportunidades de migração para melhorar o desempenho de uma máquina virtual, e se configurado como “Fully Automated”, dispara as migrações sem nenhuma intervenção do administrador.

Hoje vou dar algumas dicas e explicar alguns pontos que vão te ajudar a tirar o máximo proveito do Storage DRS.

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Dica rápida: não altere os endereços IP do seu VCSA

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Se você fez o deploy do VCSA 6.0 utilizando um IP como FQDN, nunca tente alterar o endereço IP do appliance e dos servidores DNS.

Trabalhei em um projeto de implantação do vSphere e por algum motivo estávamos tendo problemas com o deploy do VCSA utilizando um FQDN. A instalação seguia normalmente mas sempre falhava no final. Dizia que não conseguia achar o registro no DNS. O que nos deixava sem entender era que a entrada no DNS estava criada e o registro reverso também estava correto.

Me lembro que na época abrimos um chamado junto à VMware para diagnosticar a causa do problema e o suporte acabou nos falando que era alguma particularidade do nosso ambiente que estava afetando a instalação.

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Fui selecionado como um dos mais novos vExperts do Brasil

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É com muito orgulho e satisfação que venho aqui compartilhar com vocês que eu fui selecionado pela VMware como um dos mais novos vExperts de 2016.

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Fiquei muito surpreso com a notícia. Preenchi o formulário em Junho achando que tinha perdido o prazo e hoje o meu amigo Valdecir do blog Homelaber Brasil veio me parabenizar. Na hora fiquei confuso, não tinha caído a ficha, mas depois foi só alegria!

Pra mim é uma honra enorme receber esse título. Vou fazer de tudo pra fortalecer a presença da comunidade VMware no Brasil e na América Latina, que ainda tem uma participação discreta no grupo.

Logo após a VMworld, mais ou menos no início de Setembro, a VMware vai me mandar um email explicando os próximos passos para me incluir no diretório mundial de vExperts.

Link com a relação dos novos vExperts de 2016: http://bit.ly/2bsuUAi

Essa sexta-feira não poderia vir com uma notícia melhor 🙂

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Um abraço a todos.

Até mais!

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VMware se mantém líder em virtualização x86 no quadrante mágico da Gartner de 2016

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Pra quem não conhece, a Gartner é uma empresa independente que analisa as tendências da área de TI e através de uma metodologia própria, lança anualmente um relatório com os principais fabricantes e sua posição diante o mercado. É uma boa ferramenta de consulta para quando você precisa contratar um novo serviço e quer saber onde cada empresa se posiciona no quadrante. Assim você consegue descobrir quem se encaixa melhor na sua necessidade.

O quadrante é dividido em quatro blocos: leaders, visionaries, niche players e challengers.

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Técnicas de recuperação de memória no ESXi – parte 2

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Eu, particularmente, gosto muito de entender como as coisas funcionam. Eu tento entrar na cabeça dos engenheiros que desenharam a solução e seguir a mesma linha de raciocínio que eles tiveram. Eu realmente me divirto com isso. Existe uma grande diferença daqueles que apenas sabem fazer para os que tem plena consciência do que estão fazendo.

O post de hoje tem um conteúdo mais técnico e talvez não acrescente nada prático nas suas tarefas rotineiras. Porém, eu acho importante que todo profissional VMware entenda os conceitos de funcionamento da solução.

Hoje, vou dar continuidade ao assunto de gerenciamento de memória no ESXi. Se você não leu o primeiro post, falamos sobre memory host state, TPS (transparent page sharing) e balloon driver (vmmemctl).

Vamos falar hoje sobre memory compression e memory swapping.

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Dica rápida: Criar alarme de snapshot ativo

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O snapshot é uma ferramenta excelente para quando você precisa fazer uma intervenção no seu ambiente e precisa ter um caminho de volta. A VMware recomenda que um snapshot permaneça ativo por no máximo 72h, depois disso você precisa deletá-lo.

Uma forma legal de você monitorar se o seu ambiente está com algum snapshot ativo é criando um alarme através do vCenter.

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Técnicas de recuperação de memória no ESXi – parte 1

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A virtualização trouxe consigo uma grande revolução quando se trata de gerenciamento de recursos. A possibilidade de consolidar vários sistemas operacionais em uma lata, exige que o hypervisor coordene a alocação dos recursos físicos do host para as máquinas virtuais. O ESXi utiliza de várias técnicas para maximizar o desempenho do host e também economizar recursos em momento de contenção. Importante lembrar que o ESXi permite o overcommitment, processo que permite provisionar recursos à uma maquina virtual, mesmo que ultrapasse a capacidade física do host.

Um dos destaques do hypervisor da VMware é o gerenciamento de memória. Quando os recursos físicos do host estão escassos, o VMkernel sai à procura de oportunidades para recuperar um espaço de memória que foi alocado, mas que não está sendo utilizado pelas máquinas virtuais.

As técnicas utilizadas são: TPS (transparent page sharing), balloon driver (ou vmmemctl), memory compression e memory swapping.

Antes de falar sobre cada um deles, vamos entender como o ESXi sabe em qual situação ele deve usar cada técnica. O ESXi se baseia em uma métrica chamada “host memory state”, que é determinada pela quantidade de memória livre do host em um determinado momento.

E qual threshold que o ESXi utiliza para associar à cada estado de memória? O ESXi usa uma métrica própria chamada de “minFree“, que serve como referência de quando as técnicas de gerenciamento de memória precisam ser usadas. O cálculo é feito da seguinte forma:

Para os primeiros 28GB de memória do seu host o valor inicial do minFree será 899 MB + 1% sobre o restante de memória.

Por exemplo, vamos supor que seu host possua 64 GB de memória. O cálculo ficaria assim:

64 GB – 28 GB = 36 GB

899MB + 1% de 36GB = 899MB + 360MB = 1259 MB

Com o valor do minFree, é possível entender os thresholds:

  • high state: há memória suficiente disponível
  • clear state: de 64 a 100% do minFree
  • soft state: entre 32 e 64% do minFree
  • hard state: entre 16 e 32% do minFree
  • low state: entre 0 e 16% do minFree

De acordo com o estado de memória de cada host, as seguintes técnicas de recuperação de memória são utilizadas:

Vamos entrar à fundo e falar sobre cada uma delas.

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Dica rápida: listar e desmontar ISO’s conectadas em VMs

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Se você alguma vez precisou migrar algumas máquinas virtuais, pode ter parado na seguinte página de validação do VMotion:

Aqui vai uma solução rápida utilizando o PowerCLI.

Comando para listar as máquinas virtuais do seu ambiente com alguma ISO conectada:

Get-VM | Get-CDDrive | select @{N="VM";E="Parent"},IsoPath | where {$_.IsoPath -ne $null}

Comando para desconectar as ISO’s:

Get-VM | Get-CDDrive | where {$_.IsoPath -ne $null} | Set-CDDrive -NoMedia -Confirm:$False

No vSphere Client, você irá perceber que o vCenter criou várias tasks do tipo “Reconfigure virtual machine”.
Preste atenção pois o SO das máquinas virtuais pode fazer um “lock” na unidade de CD-ROM e apresentar a seguinte mensagem:

Clique em Yes para forçar a VM a soltar a ISO.

Até mais!

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Deploy vSphere Update Manager 6.0

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O VUM é a ferramenta de atualizações para o ambiente vSphere e é imprescindível para qualquer administrador VMware. Com ele você consegue aplicar patches nos hosts, além de atualizar versão de hardware e VMware Tools das VMs.

No post de hoje, vou demonstrar o passo a passo de como fazer o deploy do VUM em seu ambiente.

Na versão 6.0, ainda é necessário uma máquina com, no mínimo, Windows Server 2008 R2 64 bits. Se espera que em breve, a VMware lance um appliance virtual para o VUM, assim como o VCSA.

Nessa demonstração estou utilizando o SQL Server, porém, o VUM também suporta Oracle.

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