Instalação e configuração do Vembu BDR – parte 3

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Chegamos à parte final da nossa série de posts onde fazemos um walkthrough pelas funções básicas do Vembu BDR. Hoje, iremos fazer um teste de restore de uma máquina virtual.

Já dizia o guru das pessoas que trabalham com TI: “backup todo mundo faz, quero ver é o restore funcionar”. Pois bem, vamos testar isso agora.

Primeiramente, vou criar um arquivo de teste em uma VM do meu laboratório. A intenção é criar um arquivo qualquer, efetuar um backup incremental, deletar essa VM e depois testar o restore.

Então, o primeiro passo é logar na VM e criar um arquivo qualquer. Nesse caso, se trata de um servidor Linux. Vou criar um arquivo de texto chamado arquivo.txt e vou inserir um Hello World dentro dele.

Tudo certo. Agora vamos à console do Vembu BDR, clicamos em Backup e executamos um job de backup diferencial para que ele possa armazenar esse arquivo que acabei de criar.

Clicamos em Run Now.

Clicamos em Yes.

O job de backup completa com sucesso e bem rápido, afinal de contas a única diferença para o backup anteriormente armazenado é o arquivo.txt.

Agora, vamos ao nosso ambiente vSphere e desligamos a VM de teste.

A intenção do teste é deletar essa VM e restaurá-la depois através do Vembu BDR.

Portanto, vamos confirmar a exclusão.

 Após a exclusão da VM, o próximo passo é iniciar uma tarefa de restore.

Vamos ao console do BDR e clicamos em Recovery e depois em Restore.

Selecionamos Quick VM Recovery e depois Next.

Aqui, selecionamos a versão mais recente da VM a ser restaurada e clicamos em Next.

Agora devemos informar os dados de destino do nosso ambiente VMware.

Basta selecionar o host ou vCenter e os próximos campos se auto preencherão.

Aqui, uma visão geral sobre o job de restore e clicamos em Restore Now.

Como trata-se de uma VM muito pequena, o restore completa quase que instantaneamente. Alguns segundos depois, a VM foi criada e ligada dentro do vCenter.

Como o Vembu BDR interage com o vCenter via API, você pode notar algumas tarefas disparadas automaticamente.

Agora, chegou a hora da verdade. Vamos abrir o console da nossa máquina virtual recém restaurada e verificar se o arquivo que criamos anteriormente está íntegro.

voilà. O arquivo está lá. Intacto.

A intenção foi mostrar uma visão geral do processo de restore do BDR. A interface é muito limpa e amigável. Porém, o mais importante de tudo é que a solução simplesmente funciona.

É claro que, nesse teste, estamos considerando um ambiente 100% favorável e sob nosso controle. Existem outras opções avançadas que podem auxiliá-lo a restaurar cargas de trabalho críticas como Exchange, SharePoint e SQL Server.

No próximo post, vamos falar um pouco do backup de business critical applications.

Até mais!

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